O Brasil segue sendo um caso crônico de baixa representação feminina nas casas legislativas, mesmo depois da adoção das cotas de gênero em 1995. Quais os efeitos dessa medida? Quais outros gargalos que contribuem para a sistemática sub representação das mulheres que hoje são 52% do eleitorado brasileiro? No episódio desta semana, a cientista política Karolina Roeder explica os obstáculos para as eleições das mulheres, porque eles demoram tanto a serem superados e quais as perspectivas para as eleições de 2022.
Karolina Roeder é doutora em ciência política e professora da Uninter, onde coordena um projeto sobre o dinheiro no interior das organizações partidárias. É autora do livro didático ‘Partidos e sistemas partidários’ (IntesSaberes) e integra inúmeras frentes de discussão sobre a representação feminina na política.
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