Na Alemanha, Sahra Wagenknecht criou o seu próprio partido, defendendo uma proposta anti-migratória, conservadora, mas cheia de políticas sociais com base na atuação do Estado.
Consegue classificar isso aí num espectro político?
Segundo Jean-Pierre Fayet, os extremos tendem a se aproximar e o mapa ideológico acaba se assemelhando mais com uma “ferradura” do que com uma linha reta. Será esse o caso dessa nova populista alemã?
