A eleição de 1952 para o Clube Militar foi o pontapé para implementar um processo de expurgo da dissidência ideológica dentro das Forças Armadas. Estava em curso o ‘novo profissionalismo’, orientado pela Doutrina de Segurança Nacional, dirigido pelo Estado Maior e executado pela Escola Superior de Guerra e outros órgãos. O novo profissionalismo enseja a criação cuidadosa de um sistema de repressão que em 1964 acumulava uma década de expertise no uso da violência extralegal contra militares e que será amplamente utilizada contra os civis durante a Ditadura Militar.
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